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De 1870 a 1900

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Legenda - Textos na cor verde: informações relativas a Villa-Lobos | Textos na cor preta: fatos contextualizados entre 1870 e 1959

1943
É nomeado diretor do Conservatório Nacional de Canto Orfeônico, criado em 1942 pelo Governo Federal.

1944
Faz sua primeira viagem aos EUA, onde é convidado a dirigir algumas das mais importantes orquestras norte-americanas.

Recebe, no Occidental College de Los Angeles, o título "Doutor em Leis Musicais".

1945
Escreve o primeiro dos 5 concertos para piano e orquestra. Concluídos em 1957, são dedicados, respectivamente, aos pianistas Ellen Ballon, João de Souza Lima, Arnaldo Estrella, Bernardo Segall e Felicja Blumental.

Funda a Academia Brasileira de Música e é eleito seu primeiro presidente.

Grava, com o soprano Bidu Sayão (1902-1999), a "Ária (Cantilena)" da "Bachianas Brasileiras Nº 5". Esta gravação, em 1983, é agraciada com o "Hall of Fame" do Grammy Awards.

Durante uma ida ao Recife, capital do estado de Pernambuco, Guerra-Peixe toma contato com o folclore pernambucano e se encanta, particularmente, com os maracatus. Tal experiência o leva a abandonar os estudos com Koellreutter e a aprofundar-se nos aspectos menos conhecidos do folclore nordestino.

Luiz Gonzaga conhece um de seus mais importantes parceiros, Humberto Teixeira (1916-1979), com quem lança, definitivamente, o baião no Sul do Brasil.

Fim da II Guerra Mundial.

1946
Falece Noêmia Villa-Lobos.

Inicia-se o movimento das sociedades arrecadadoras de direitos autorais. A música passa a sofrer influência do poder econômico e começa a surgir a "caitituagem" (visita, insistência verbal, distribuição gratuita de discos e partituras e até suborno, buscando promover, em lojas de discos, estações de rádio, estações de televisão, festas de clubes etc., a execução de composições musicais populares suas ou de outrem).

Camargo Guarnieri escreve sua "Dança Negra", obra pianística que se torna um de seus maiores êxitos.

1947
Volta aos EUA, pela segunda vez, para escrever, em colaboração com os libretistas Robert Wright e George Forrest, o musical "Magdalena", uma encomenda de Edwin Lester, presidente da Los Angeles Civic Light Opera Association.

Ainda nos EUA, dirige a primeira audição da "Bachianas Brasileiras Nº 3", à frente da Orquestra da CBS, tendo o pianista José Vieira Brandão como solista.

Dirigindo a Orquestra da Academia de Santa Cecília de Roma, faz estrear a "Bachianas Brasileiras Nº 8".

Dirige, em Roma, a estréia da "Sinfonia Nº 2" de Lorenzo Fernandez, inspirada no "Caçador de Esmeraldas" de Olavo Bilac.

1948
Eleito membro correspondente da Academia de Belas Artes do Institute de France.

Descobre estar sendo vítima de um câncer na bexiga e realiza uma primeira e bem sucedida cirurgia no Memorial Hospital de Nova York.

Encerra a composição do musical "Magdalena". A estréia acontece nesse mesmo ano em Los Angeles. Críticos aplaudem entusiasticamente a música, fazendo, contudo, restrições ao libreto.

1949
Na Inglaterra, rege a Orquestra Sinfônica de Londres, na estréia mundial de sua "Sinfonia Nº 7".

1950
Retorna ao posto de presidente da República, agora eleito pelo povo, Getúlio Vargas.

Revoltado contra o atonalismo utilizado pelos jovens compositores da época, Camargo Guarnieri escreve sua famosa "Carta Aberta aos Músicos e Críticos do Brasil", onde promove a defesa da música nacionalista em detrimento do que chama de "nefanda infiltração formalista e anti-brasileira", em referência ao dodecafonismo divulgado por Koellreutter no Brasil.

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Villa-Lobos toma posse como diretor do Conservatório Nacional de Canto Orfeônico; recebe cumprimento do ministro da Educação e Cultura, Gustavo Capanema, no gabinete deste; ainda na foto, Coronel Jonas Corrêa (de branco) e, próximo ao ministro (à esquerda), o professor Albuquerque da Costa
Villa-Lobos, Gustavo Capanema, Coronel Jonas Corrêa e Albuquerque da Costa

Sessão inaugural da Academia Brasileira de Música. Da esquerda para direita: José Cândido Andrade Muricy, João Itiberê da Cunha, desconhecido, Heitor Villa-Lobos, desconhecido, desconhecido, Oscar Lorenzo Fernandez e Luiz Heitor Corrêa de Azevedo
José Cândido Andrade Muricy, João Itiberê da Cunha, Heitor Villa-Lobos, Oscar Lorenzo Fernandez e Luiz Heitor Corrêa de Azevedo

Sessão inaugural da Academia Brasileira de Música. José Siqueira (1º esquerda frente) e Eurico Nogueira França (2º esquerda atrás). Restante listado mas não relacionado com a imagem: Fructuoso Vianna, Antonio de Sá [...], Arthur Iberê de Lemos, João Baptista Julião, Brasílio da Cunha Luz, Antonio Garcia de [...] Neto, Frei Pedro Sinzig e Francisco Curt Lange
José Siqueira, Eurico Nogueira França, Fructuoso Vianna, Antonio de Sá, Arthur Iberê de Lemos, João Baptista Julião, Brasílio da Cunha Luz, Antonio Garcia Neto, Frei Pedro Sinzig e Francisco Curt Lange

Bidu Sayão
Bidu Sayão

Villa-Lobos com José Vieira Brandão, George Forrest, Robert Wright e Arminda
Villa-Lobos com José Vieira Brandão, George Forrest, Robert Wright e Arminda

Villa-Lobos em entrevista à BBC
Villa-Lobos em entrevista à BBC

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